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Primeiro encontro do  mês: 11/11/2017 - São Matheus 

Falamos sobre a importância de ajudarmos o próximo.
Porém, não apenas com atitudes, mas também com muito amor, carinho, alegria e também levando a palavra de Deus.
Um encontro que nos mostrou a importância de concretizarmos as nossas lutas pelos os que mais necessitam nesse mundo.
(Não ajude o próximo na esperança de receber algo em troca, ajude por amor).






















Por: Vinicius Alves.
Em mais um encontro do QUEBRARTE - PJ LAVRAS, do dia 17/09, começamos com uma "dinâmica", fomos em silêncio para uma sala onde havia algumas cadeiras enfileiradas. Cada um sentou em uma cadeira, em seguida a Laryssa se levantou e muitos perguntaram pra si o motivo dela estar fazendo isso, mas em seguida outras pessoas se levantaram e até que no final TODOS fizeram a mesma coisa que ela, sem saber o real motivo daquilo. Acabando a dinâmica teve um momento de discussão, para sabermos o real motivo daquilo. No caso, a Laryssa estava levantando e sentando, era apenas isso, mas será que no nosso dia a dia a gente faz isso? Repete o que o outro faz sem saber o real motivo daquilo? Será que fazemos o mesmo só pelo fato de confiar na pessoa sem saber se aquilo vai ser vantajoso? Muitas vezes seguimos o bonde e "Aonde a vaca vai, o boi vai".
Depois dessa discussão nos dirigimos para outra sala onde havia algumas caixas espalhadas. Ao som de "Faça a diferença" da Karol Conka, fomos observar o que estava escrito em cada uma das caixas.
Nelas estava escrito as seguintes frases: "Moda tumblr" "Cabelo afro (mas tem que ser definido)" "Rolezeiros (nós somos rolezeiros)" "Pessoas acima do peso (mas tem que se aceitar, não pode emagrecer" "Geração fitness (não para ser saudável, mas sim para ter o corpo escultural)"
Partilhamos sobre esses assuntos colocados nas caixas, cada um dividiu sua opinião sobre o que achava de cada tema e algumas pessoas falaram de si. Algumas pessoas partilharam sobre o cabelo afro, que alisava, mas não se sentia bem, outras sobre isso de ser "rolezeiros", pra você ser um deve beber se não você não está nos padrões. Isso tudo envolve os padrões, machismo, moda, competitividade.... Por que não sermos diferentes e derrubar esses padrões?!

E antes de encerrarmos esse encontro pesado, a Lays leu o um poema feito por ela (UAUUUUUU)

"Pare de se cabeça dura
E comece a entender
Que negro a gente na atura
Que gay não tem cura
E se tu pensa assim o doente é você​
 Olhe pra frente
Comece a enxergar
Talvez o problema não está naquele que você aponta
 Afinal gente é tudo igual
Mas tem uma coisa que é diferente
Que difere a gente
Essa coisa é nossa mente
 Qual a diferença?
É que uns usa e outros não
Aquele que se acha melhor que seu irmão
Certeza não usa essa função
 Está um pouco limitado
Nesses padrões que foram implantados
Homem, branco, hetero cis
Parece que estamos um pouco sistematizados
 E é essa sistematização que nos leva pra prisão
Dos padrões despadronizados
 O gay a bicha o viado
Afinal é preciso de uma categoria para os mais afeminados
 O negro moreno o pardo
Até de café com leite já fui chamado
 A pra dá uns pega
Pra namorar
Pra casar
E é pelo tamanho da minha saia que eles vão me julgar
 Chega
Estamos cansados
Fartos
Não queremos mais ser esteriotipados
 Levantaremos gritos
Porque não queremos seguir os padrões que nos foram implantados
Se não formos escutados gritaremos mais alto
 E de uma coisa vocês podem ter certeza
Nunca mais ficaremos calados"

Autora: Lays Santos (essa menina é top mesmo)

Depois do poema fizemos uma mística final que foi para refletir e juntar todas as caixas. Pensar em parar de segregar a luta dos lgtbs, negros, índios e se unir, pois existe uma caixa muito maior que engloba todos, que é O PROJETO DE CRISTO, colocar o projeto de Cristo à frente. Sempre somar e nunca dividir.

Lutar pela causa do outro, ficar no mesmo degrau e não se colocar acima, mas buscar a igualdade. Fazer a causa do outro A SUA TAMBÉM!

Ter empatia pelo próximo, perceber o quanto devemos lutar e ajudar o próximo (negros, lgtbs, índios...).

Com isso tiramos dois tijolos, mostrando que estamos "Quebrando barreiras e derrubando muros". 






















Relato sobre o encontro:

"Gostei bastante. Acho que foi super importante termos um diálogo tão aberto e sincero, sobre assuntos que estão tão presentes em nosso cotidiano, porém, que as vezes acabamos analisando superficialmente e nos "deixando influenciar" - Laryssa

Por: Rafaela Rocha



No dia 27/08, o tema foi "Auto-desconstrução". O encontro começou com todo mundo se dirigindo a sala cantando o refrão da música do Cazuza "Metamorfose ambulante". Chegando na sala, Bia e a Lays falaram juntas a palavra “ QUEBRARTE " e em seguida todo mundo repetiu. Foi combinado com 5 pessoas para que cada uma lesse um significado de "QUEBRAR" e foi feita uma reflexão que ia de encontro com o significado de desconstruir e que concidentemente mais uma vez o nome Quebrarte tem todo sentido. Na oração inicial fomos levados a pensar o quão importante é se permitir mudar antes de querer mudar o ambiente em que vive; deixar pra trás, se desvincular de sentimentos e tabus que carregamos conosco. Fomos divididos em dois grupos com cerca de 6 pessoas. Cada grupo ia se reunir para conversar sobre as tais perguntas:

"O que nós entendemos por desconstrução?"
"O que precisamos desconstruir enquanto pessoa?"
"O que precisamos desconstruir enquanto grupo?"

*Os grupos tiveram de 10 à 15 minutos pra partilhar, mostrar suas idéias. Logo após tivemos uma plenária, para partilhar tudo que foi conversado. Foram várias partilhas pessoais e vimos o quanto precisamos nos desconstruir, assim como na nossa família, no grupo e na sociedade. Depois foi feita uma leitura e já pegando o link foi entregue papéis, para cada um escrever o que queria desconstituir em si. Os papéis foram queimados para que tivéssemos um sentimento de que precisamos nos esforçar pra 
mudar alguns conceitos e nos auto policiar também, para não sermos hipócritas. Para encerrar nosso encontro foi lido o texto sobre desconstrução com trechos de uma entrevista com o Papa Francisco e logo em seguida foi feita a oração final e dado muitos avisos hehe.























Por : Rafaela Rocha e Vitória



Olá PJoteiros e PJoteiras de nossa diocese!

 É com bastante alegria que apresentamos a todos/as vocês o subsídio do nosso XXVII FEST JOVEM! Este material é fruto de muitas partilhas e discussões que alguns PJoteiros tiveram em suas reuniões de construção mas é fruto também, principalmente, da luta da juventude por todo o Brasil. A proposta desse subsídio é permitir que os grupos de base vivenciem o tema e lema em 3 encontros antes do grande encontro celebrativo seguindo o método VER-JULGAR-AGIR e partilhem em um 4º encontro, após o CELEBRAR, um pouco da vivência do dia atrelada ao que foi vivido na base, fazendo memória dos pontos e momentos mais marcantes para o grupo. 





No encontro do dia 13 de Agosto, Enio e Victória prepararam a ornamentação. Fomos convidados a entrar numa sala escura, onde sentamos no chão, de costas para algumas palavras e ouvimos a leitura de  Mt 23, 13, feita pela Lays, depois da leitura tivemos alguns relatos, histórias de pessoas que sofreram com: HOMOFOBIA, GORDOFOBIA, MACHISMO, XENOFOBIA...            
Após ouvirmos os relatos, cada um, em seu interior pode refletir sobre eles. Em seguida, fizemos um ato simbólico: cada um fazia uma cruz na outra pessoa com tinta vermelha (que simbolizava o sangue de Cristo) e dividíamos as cruzes que carregamos em no nosso dia a dia, em nossa vida. Num momento de partilha, as pessoas que se sentiam à vontade desabafaram e explicaram melhor sobre a cruz que carregavam.




Nós saímos dessa sala escura e teve um outro momento, em uma outra sala, onde a Lays e a Bia foram falando desses atos que muitas pessoas sofrem mas, que nós também acabamos cometendo no nosso dia a dia, e quando iam falando começavam com a seguinte frase "PERDÃO SENHOR...". Depois disso, cada um refletiu no seu interior sobre os atos que foram pautados, que realmente fazemos, mesmo que sem perceber. Foi colocado alguns tijolos no meio do círculo e cada um escrevia o que falava, atos... Algumas frases foram: "Aquela vagabunda", "Ele fala tão engraçado" "Eu uso 36 e você 52 né?! Sua gorda" e durante os encontros do nosso 2° semestre de 2017, vamos quebrar esses tijolos, quebrar esses muros, para que nós possamos mudar e levar essa mudança para fora, mudar o mundo.
















Por : Rafaela Rocha e Victoria Beatriz